Após 10 anos da morte de Eliza Samúdio, goleiro Bruno chora pela primeira vez em entrevista à podcast paraibano

Entrevistado desta sexta-feira (10), na segunda edição do podcast Papo Arretado, apresentado pelo comunicador Fabiano Gomes, o ex-goleiro Bruno afirmou que não teve amplo direito de defesa no caso Eliza Samúdio, assassinada em junho de 2010 e que, segundo a Justiça, o crime ocorreu à mando de Bruno.

Durante a conversa, Bruno afirmou que foi vítima de um julgamento midiático e que é inocente das acusações apresentadas contra ele.

“Todas as pessoas que cometeram algum erro na vida devem, pelo menos, ter o direito de defesa. Eu não tive. Fui preso, fui julgado e condenado pela questão midiática. Por esse motivo, eu me sinto muito injustiçado. Ela [Eliza] nunca foi minha amante, nunca foi minha namorada, nunca foi nada minha. Meu processo ainda não foi transitado e julgado. Não mandei fazer nada e até que provem o contrário, naquilo que fui acusado e condenado, eu sou inocente. Vou continuar negando até que alguém possa provar. O processo está todo errado, é nulo e todo mundo sabe disso”, afirmou o goleiro.

A tese do goleiro também foi defendida, em parte, pelo advogado Gustavo Botto. Segundo ele, Bruno ainda pode recorrer da sentença e deve ser observado pela presunção de inocência.

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